
INQUISIÇÃO PROTESTANTE
Quando falamos “inquisição”, lembramos da perseguição às bruxas realizadas no passado. Mas o que muita gente não sabe é que na verdade a inquisição foi mais praticada pelo protestantismo, do que pelo poder civil e tribunal católico.
O fato do protestantismo superar as outras “inquisições” em número de mortes e atrocidades, atribui-se a um ingrediente violentíssimo, que cega qualquer autocrítica: o fanatismo desenfreado.
Já no início, as posições de Lutero contra os anabatistas causaram a morte de milhares de pessoas... Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar (médico descobridor da circulação do sangue); Um só perseguidor protestante de bruxas na Alemanha, Nichólas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas.
Diferente dos tribunais católicos e civis, entre os protestantes parecia haver uma disputa por ceifar mais vidas.
Benedict Carpzov perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas, com relação a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte; luterano fanático, num record, assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas.
Carpzov, entre outros textos bíblicos (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5; I Sm 27...), citava também o Êxodo (22,17); "Não deixarás viver a feiticeira". A soberba era tamanha que o protestante Teodoro Bessa, em 1554, pediu o uso da força pública contra os católicos pelo simples ódio da Igreja. A perseguição contra os católicos, na Inglaterra e na Irlanda, foi dominada pela mais escancarada intolerância religiosa... É pena que tudo isso, e mais ainda, caia, tão fácil e comodamente, no "esquecimento" dos protestantes.
João Calvino governou com mão-de-ferro, transformando Genebra numa oligarquia religiosa; proibiu os moradores de praticar hábitos como dançar, jogar, ir ao teatro etc. Durante os quatro primeiros anos de governo houve nada menos do que cinqüenta e oito execuções. Segundo Preserved Smith, houve mais casos de vício em Genebra depois da reforma do que antes.
A frase abaixo de Bommberg, indica as linhas gerais dos procedimentos civis e protestantes: “Um juiz francês (poder civil) alardeava de ter queimado oitocentas mulheres em 16 anos de magistratura. Queimaram-se 600 pessoas, durante a administração de um bispo protestante em Bamberga. A caça às bruxas liderada pelas igrejas protestantes tomaram a Grã-Bretanha e a Alemanha. Na Genebra protestante foram queimadas 500 pessoas no ano 1515.
Na Grenoble católica, o poder civil — não o tribunal católico — condenou à morte 167 pessoas acusadas de bruxaria, entre os anos 1427 e 1447. Mas na Saxônia protestante só num dia do ano de mil quinhento e oitenta e nove se queimaram 133 bruxos. No pequeno cantão suíço de Vaud, os protestantes, em 10 anos — de 1591 a 1600 —, mataram 311 bruxos, e na Baviera uns 2.000 do ano 1500 ao 1756.
Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas chegam a 5.417.(29) Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000.
ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES
No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas. E pensar que são esses hoje, que acusam a Igreja de ter “matado inocentes”.
FIM DA DERTUPAÇÃO DA HISTÓRIA
Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759. No dia dezoito de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça. Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês protestante linchou um pobre velho por considerá-lo bruxo.
Na Espanha católica, no período da Inquisição foram pouquíssimas as mortes por bruxaria (provado). Nada comparado aos genocídios protestantes na Alemanha e outros países.
Após o nascimento da revolta protestante, enquanto em outras cidades morriam queimadas ou enforcadas milhares e até milhões de "bruxas" pelos protestantes, nenhuma execução por este motivo se realizou em Roma.
Conclusão:
É comum ouvirmos alguns protestantes desinformados pelos seus “pastores” citar imaginária “morte de Galileu na fogueira” como símbolo da inquisição para atacar a Igreja Católica. Não sabem eles que o católico Galileu, após a visita do Papa e tendo provado que o sol é fixo e a terra se move, ao contrario do que diz Josué em seu livro, continuou suas atividades até morrer em avançada idade. O mesmo Galileu recebeu assistência de sacerdotes católicos até o final de sua vida. O túmulo de Galileu que, por sinal , situa-se de frente ao de Leonardo da Vinci, está localizado na atual Catedral de Florença, Itália. Sua filha, freira desde a adolescência, dedicou toda a sua vida a Cristo e sua Igreja.
Enquanto isso nos países protestantes: Lutero fulminou a ciência como “a prostituta do diabo”, tanto ele como Melanchton condenaram o sistema astronômico de Copérnico, alegando ser contrário às Escrituras; Os ingleses protestantes, num julgamento sabotado, condenaram a católica Joana Darc à fogueira, vestindo-lhe roupas de homem, para causar impressão errada ao tribunal. A Igreja descobriu isto décadas após sua morte, e a canonizou padroeira da França.
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